A que estamos a serviço e do que não abrimos mão

A que servimos? Do que não abrimos mão? Qual é o nosso compromisso?

No fim do ano passado, os Piratas do Estaleiro Liberdade se reuniram em Florianópolis pra sonharem juntos novamente.

Nesse encontro, clareamos a que estamos a serviço e do que não abrimos mão. São nossos compromissos abertos, que nos guiam em pequenas e grandes ações.

Estamos a serviço:

De uma vida com mais sentir, sentido e significado.
Do cuidado conosco, com o outro e com o nosso planeta.
Da vida abundante.
Do senso de responsabilidade, consciência e humanidade.
Da manutenção e evolução consciente.
Do desabrochar da vida e do florescimento de potenciais.
Do caminhar entre forças adversas.
Da visão integral da vida.
Das inquietudes, dores, incômodos e processos de cura.
Do individual, olhando para o coletivo.
Da aprendizagem sistêmica, da descoberta e da transformação.
De libertar os indivíduos dos julgos padrões.
De buscar o que impulsiona cada pessoa a viver e auxiliá-las de acordo com isso.
Do novo, da mudança das pessoas e das comunidades.
De nós mesmos. Para podermos estar à serviço dos outros.
Estamos a serviço do pulsar da vida.

Não abrimos mão:

De autonomia, estado de presença, confiança, abertura e troca.
De continuar construindo em prol do bem comum.
De aprender a partir do dar e receber. 
De conexão e coevolução.
De estar à serviço das nossas vontades e desejos.
De não saber e do estado contínuo mestre e aprendiz.
De humildade, leveza, colaboração, inclusão, transparência e responsabilidade.
Do respeito pela individualidade e pela jornada pessoal de cada um.
Do gosto pela caminhada.
De fazer boas perguntas, ao invés de dar boas respostas.
De que cada expressão genuína tenha espaço para acontecer.
De estarmos inteiros.
Do nosso norte, que é ser livre e acessar a alegria de viver.
De abertura e transparência financeira.
Do foco nas relações.
De estar à serviço do propósito. Até o talo.
De aproveitar os conflitos para estabelecer a cultura empática.
Da fluidez das formas.
Da celebração e o reconhecimento do caminho andado.
Da possibilidade de mudarmos de ideia.
De sermos impecáveis no caminhar da liberdade.