Faça!

"Faça o mais simples possível, apenas o essencial para passar adiante."

Small Acts Manifesto

Esse é o meu Pequeno Ato favorito. Só há uma coisa melhor que fazer, que é ter feito.

Todo mundo consegue pensar. E todo mundo já pensou demais. Excessivamente.

Vou mudar. Muitos medos. Não mudou. Vou começar aquele projeto. Muito planejamento. Não começou. Vou parar com isso. Muitas desculpas. Não parou.

Poucos conseguem fazer. Por quê? Porque pensar é muito mais fácil que fazer.

Pensar é confortável. Mesmo que seja exaustivo, que esprema sua cabeça como laranja, pensar é uma atividade segura. Você não vai passar por ridículo se for pego pensando.

Fazer não. Fazer tem seu risco. Você sempre pode errar, ser julgado e se sentir um merda. Vai passar.

Mas há um risco muito pior do que fazer. É o risco de não fazer nada. E deixar a vida passar em branco.

"O contrário da felicidade não é infelicidade. É o tédio." Escreveu o Tim Ferris.

Como toda aposta, quanto mais risco, mais ganho. Fazer é arriscado. E, por isso, tem um sabor delicioso, depois de feito.

Mas calma lá, há um truque. Você pode fazer pequeno. Fazer simples. Diminuir. Arriscar menos. E descobrir que, ao fazer, até quando você perde, você ganha.

Há muito menos erro, julgamento e ridicularização do que a gente imagina. Ninguém liga tanto quanto você mesmo, se você falhar. Mas há uma grande chance das pessoas amarem se você arriscar um pouquinho e fizer. Há uma enorme chance de você se amar, se fizer.

Da próxima vez, não hesite. Faça. O mais simples possível. Mas não pense muito sobre isso.

Este é um texto da série Manifesto dos Pequenos Atos. Você pode se envolver, é só praticar.