Autocompaixão

“Recomendamos três práticas informais de autocompaixão:

  1. Tentar tomar consciência de quaisquer pensamentos ou diálogos interiores negativos e críticos em relação a nós mesmos.
  2. Perceber que são apenas pensamentos, construções e interpretações - representações, não fatos propriamente ditos.
  3. Explorar maneiras de reformular julgamentos negativos sob uma perspectiva mais compassiva.

(…)

Em vez de se autoflagelar pensando coisas como 'Sou um desastre’, ‘Sou um idiota’, ‘Como alguém pode me amar?’, você pode dedicar a si mesmo palavras mais carinhosas: ‘Vá com calma’, ‘Estou sofrendo’, ‘Preciso de apoio’, e assim por diante. Quando você fala a sua verdade desse jeito, seu coração sabe. Ao substituir a linguagem do autojulgamento pela bondade, sobretudo se o fizer com frequência, você verá que essa é uma poderosa fonte de transformação pessoal.”

Caí meio que por acaso nesse trecho maravilhoso do livro Um Coração Sem Medo de Thupten Jinpa.