Não é pra todo mundo. E tudo bem.

Não adianta querer agradar a todos. Então, melhor fazer suas paradas e ir com elas mesmo.

Muito provavelmente, o seu trabalho - do jeito que é, agora - tem muito valor.

Talvez não seja valioso para todo mundo, pros 7 bilhões que estão na Terra, nem pros 2 bilhões que estão no Facebook, tampouco pros 200 milhões que estão no Brasil.

Mas isso não significa que ele, o seu trabalho significativo, sua ideia genial, sua arte que importa, o conhecimento que você já tem, não sejam importantes pra alguém. Ou, ainda melhor, para alguns.

A verdadeira missão não é fazer um trabalho que agrade todo mundo. É encontrar aqueles que - neste momento - curtem o seu trabalho mais especial.

Tem muita gente no mundo. E nada é pra todos. Coca-Cola não é pra todo mundo. Eu, por exemplo, não tomo. Nem Jesus que - pelo que contam - era um cara muito gente boa, agradou. 

Vamos considerar então que existe uma régua de sete bilhões de unidades. Vai de um até sete bi. O um é aquela pessoa que detesta seu trabalho e o sete bilhões é aquela que ama com todas as suas forças.

Foque no final dessa régua. Esqueça todo o resto. São as pessoas que se beneficiariam do teu trabalho que o merecem. E elas já são o suficiente.

Pode ser que não seja agora. Outro dia recebi uma mensagem muito legal dizendo basicamente: "Há pouco tempo atrás teus textos seriam inúteis pra mim. Mas hoje são muito importantes. Eu mudei e as pessoas mudam. Por isso, não pare.”

Não pare. E não espere que todo mundo aprove seu trabalho. Os poucos - ou muitos - que o curtem agora já são suficientes.