Primeiro o que tem que ter. Depois, o que seria legal se tivesse.

Pra que nossos projetos, negócios, histórias, arte existam, o que eles tem que ter?

Aquelas pessoas? Essa solução? Um tipo específico de emoção? Um novo hábito? Um texto?

Seja lá o que for, é por aí que a gente começa.

O que é essencial, fundamental e indispensável deve vir antes de tudo.

Pra depois, fica o que seria legal se tivesse.

Uma foto bonita, um nome bacana, um site legal. Toda a perfumaria, os penduricalhos, os pequenos detalhes que fazem a diferença são, antes de tudo, detalhes.

Primeiro o grosso. Depois vem o ajuste fino.

Separar o “must have” do “nice to have” direciona o trabalho que deve ser feito.

Se não tiver grana pra pagar o aluguel, não terá parede para pendurar o cartaz.

Se não tiver um jeito das pessoas nos encontrarem, não vai ter ninguém pra dar o play nos nossos vídeos explicativos.

Se ainda não conseguimos resolver o problema que nos propomos, nem entregamos o valor que prometemos, não precisamos nos preocupar com nada além disso.

Para cada nova ideia, tarefa, recurso, nos perguntamos: “se eu não fizer isso, meu projeto continua existindo?”

Se sim, deixemos pra depois. Se não, façamos.

É o que mantém nossa empreitada viva que merece nossa energia. Agora.