Precisamos dialogar com quem discorda de nós

Ouvi essa semana um podcast muito bom sobre diálogo e troca.

Me tocou muito escutar a história de uma mulher que desde criança fazia protestos contra gays e judeus.

Dialogou. Foi acolhida por estranhos. Rompeu com sua família. E mudou.

Não foi de um dia pro outro. Não foi por depois de calorosas discussões no grupo da família no whatsapp. Não foi fácil.

Mas aconteceu.

A gente não costuma ouvir essas histórias, né?

Elas inspiram, nos fazem enxergar outras possibilidades.

Megan Phelps-Roper reforçou em mim: "Precisamos conversar e ouvir as pessoas que discordam de nós."

Eu não vou conseguir, sempre. Provavelmente, você também não.

Porque é difícil. É muito difícil.

Ainda mais enquanto dói.

Requer uma energia enorme ser empático enquanto somos agredidos.

Mas a gente precisa, no mínimo, tentar. Experimentar abrir diálogo, trocar e criar espaço pra compreensão e conexão.

Mais violência não é o remédio contra violência.

Como podemos alimentar curiosidade genuína?

Como podemos nos ver, antes de qualquer classificação, como humanos?

Como nos conectar mais do que nos afastar?

Se eu puder te sugerir, dá o play e escuta a história dela.